⚠️Antes de trazer um estudo sobre esses 2 capítulos preciosos , separei os ensinamentos do nosso mestre YESHUA para que possamos meditar melhor ok?⚠️
Leia com carinho e atenção 👇🏼
Ensinamentos do Messias — Mateus 6 e 7
- A intenção é mais importante do que a ação visível
- O que é feito para ser visto já recebeu sua recompensa
- O Pai observa o que acontece no secreto
- Espiritualidade verdadeira não é performance
- O valor de uma prática está no motivo que a sustenta
- O coração segue aquilo que a pessoa valoriza
- Onde está o tesouro, ali está a consciência
- O excesso de palavras não torna a oração eficaz
- O alinhamento interno vale mais do que rituais
- A oração é um modelo de consciência, não repetição mecânica
- O ego precisa silenciar para a vontade superior conduzir
- O perdão é condição para liberdade interna
- Acumular bens não é erro, apegar-se a eles é
- Não é possível servir simultaneamente à consciência e à matéria
- A visão interior define a direção da vida
- A ansiedade nasce da tentativa de controlar o futuro
- Cada dia deve ser vivido com presença e sobriedade
- O medo constante revela desalinhamento interno
- Julgar o outro não gera retidão
- Quem condena revela falta de autoconsciência
- O discernimento começa pelo autoexame
- É incoerente apontar falhas sem olhar para si
- Buscar a verdade exige constância
- Quem busca encontra
- Quem pede com consciência recebe
- A multidão não é critério de verdade
- O caminho mais fácil não conduz à vida
- O caminho verdadeiro é estreito e exige responsabilidade
- Nem todos que falam em nome do sagrado vivem o bem
- Prática vale mais do que discurso
- A verdade é comprovada no crivo
- A vida construída sem prática desmorona
- A coerência sustenta a existência
- Só permanece o que foi edificado sobre verdade vivida
Vamos ao estudo :
Quando a vida deixa de ser aparência e passa a ser verdade
Existe um ponto silencioso onde a vida começa a revelar quem somos de verdade.
Não é quando falamos bonito.
Não é quando somos vistas.
É quando ninguém está olhando — e ainda assim escolhemos o bem.
“Teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (6:4, 6:6)
O que sustenta uma vida não são os rituais, nem as palavras repetidas, nem o que parece espiritual.
O que sustenta uma vida é a intenção.
Há pessoas que fazem o bem para serem reconhecidas.
Outras fazem o bem porque são boas.
A diferença entre as duas não está no gesto, mas no lugar interno de onde ele nasce.
“Onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” (6:21)
Quando a intenção é exibida, ela se esvazia.
Quando é verdadeira, ela constrói.
Há quem ore, fale, ensine, publique, aconselhe…
Mas não vive o que diz.
E há quem quase não fale, mas carrega coerência na postura, no olhar, nas escolhas diárias.
“Nem todo o que diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino, mas o que pratica o bem.” (7:21)
A vida sempre revela quem está de pé sobre rocha e quem está sobre areia.
Vivemos em um tempo em que tudo quer ser visto:
a fé, a dor, o amor, a bondade, a opinião.
Mas aquilo que precisa de plateia para existir já perdeu sua força.
“Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e fala em secreto.” (6:6)
O que é verdadeiro não grita.
Sustenta.
Também nos ensinaram que prosperar é acumular, correr, provar valor.
Mas existe uma diferença profunda entre prosperar e obedecer à matéria.
“Ninguém pode servir a dois senhores.” (6:24)
Quando o dinheiro governa decisões, a alma se cala.
Quando a consciência governa, o dinheiro encontra lugar — sem escravizar.
A ansiedade moderna não nasce da falta.
Ela nasce da tentativa de controlar o amanhã.
“Não andeis ansiosas pelo dia de amanhã.” (6:34)
Quem vive apenas no futuro abandona o presente.
E quem abandona o presente perde o próprio eixo.
“Basta a cada dia o seu próprio cuidado.” (6:34)
Há um convite silencioso para confiar sem se tornar passiva.
Para planejar sem viver refém do medo.
Para agir hoje, com sobriedade.
Outro ponto delicado: o julgamento.
“Não julgueis, para que não sejais julgadas.” (7:1)
Hoje ele não acontece só nos templos.
Acontece nas conversas, nos grupos, nas redes, nos olhares rápidos e nas opiniões prontas.
“Por que reparas no cisco do olho do outro e não percebes a trave no teu?” (7:3)
Julgar o outro quase sempre é uma forma elegante de fugir de si mesma.
É mais fácil apontar do que olhar para dentro.
O discernimento liberta.
O julgamento aprisiona.
Existe um caminho que é largo, confortável, popular e cheio de vozes.
E existe outro que é estreito, silencioso, exigente e pouco aplaudido.
“Larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição.” (7:13)
“Estreita é a porta e apertado o caminho que conduz à vida.” (7:14)
Nem tudo o que é aceito é verdadeiro.
Nem tudo o que é verdadeiro será aceito.
No fim, a vida passa pelo crivo.
“Quem ouve e pratica é como quem constrói a casa sobre a rocha.” (7:24)
“Quem ouve e não pratica constrói sobre a areia.” (7:26)
Crises vêm.
Perdas acontecem.
O chão treme.
“Caiu a chuva, vieram os ventos… e só uma permaneceu.” (7:25–27)
E só permanece aquilo que foi construído com verdade vivida — não com discurso.
Essa não é uma mensagem para ser admirada.
É um chamado para ser praticada.
Porque quando a aparência cai,
só fica aquilo que realmente somos.
E isso… muda tudo.
Estamos vivendo para parecer ou para ser?
Nossa casa está sobre rocha… ou sobre areia?
Vamos refletir juntas ?
Responda para si:
O que em mim ainda precisa ser visto pelos outros para ter valor?
Se ninguém estivesse observando, eu continuaria fazendo o que faço hoje?
Minhas atitudes nascem da verdade ou da necessidade de reconhecimento?
O que me incomoda quando não sou validada?
O que eu faço por amor… e o que faço por medo?
Onde minha energia está sendo mais gasta ultimamente?
O que ocupa meus pensamentos quando estou em silêncio?
O que eu digo que acredito… mas não sustento com ações?
O que minha rotina revela sobre o que governa minha vida?
O que hoje tem mais poder sobre mim: consciência ou ansiedade?
Estou tentando controlar o amanhã para aliviar um vazio do agora?
O que em mim está cansado de manter aparência?
O que estou sustentando externamente que já não faz sentido internamente?
Não responda rápido.
Não responda para ninguém.
Apenas observe o que essas perguntas despertam em você.
Vamos para a segunda parte das perguntas:
Em quais situações eu julgo para não precisar olhar para mim?
O que me incomoda tanto no outro que talvez exista em mim?
Tenho usado discernimento… ou condenação disfarçada de verdade?
O quanto eu vigio a vida alheia e negligencio a minha própria?
Estou buscando verdade ou apenas conforto emocional?
O caminho que sigo hoje é fácil ou verdadeiro?
O que me impede de escolher o que é certo quando é desconfortável?
Em quais áreas da vida eu sei o que fazer, mas não faço?
O que eu digo acreditar que ainda não pratico?
Se minhas palavras fossem retiradas, o que minha vida comunicaria?
O que me sustenta quando ninguém concorda comigo?
Se hoje viesse um abalo, o que cairia primeiro?
Minha vida está construída sobre verdade vivida ou sobre discurso bonito?
O que permanece em mim quando tudo o que é aparência cai?
Se eu tivesse que reconstruir do zero, o que eu manteria?
O que preciso soltar para viver com mais coerência?
Estou disposta a escolher o caminho estreito, mesmo sem aplausos?
Nem tudo o que é popular é verdadeiro.
Nem tudo o que é verdadeiro será aplaudido.
Mas só o que é verdadeiro permanece.
Com amor e propósito, Carol
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